Pular para o conteúdo principal

Postagens

Vidas vividas por Fausto Modigliani ( Conto V)

 Um idiota? Zé? Esquecido? Amado? Odiado! Ao sentir teu cheiro, tive a convicção que sou um idiota, como um simples perfume me faz perder a sanidade? Nástienka! Nástienka! Nástienka! Nástienka! Nástienka! Idiota. E me olhar com indiferença, sempre deixe cair seu lencinho perfumado, pois estarei chorando PARABÉNS FAUSTO! Séculos que você não era esse, apenas um ser frio, que se paga de algo e agora UM NADA COMPLETO!  Desbunde total, esse período da vida, as cachaças, outras personas nada foram um desbunde, esse já! Total. Nástienka! Nástienka! Nástienka! Nástienka!  Nástienka!
Postagens recentes

Vidas vividas por Fausto Modigliani ( Conto IV)

  Eu nunca sonhei com você E quando eu lhe telefonei, desliguei, foi engano O seu nome, não sei Eu nunca quis tê-la ao meu lado E quando eu me apaixonei Não passou de ilusão, o seu nome rasguei E quando você me envolver Nós seus braços serenos, eu vou me render Mas teus olhos morenos me causam mais medo Que um raio de Sol Burro, é isso que consigo falar de você, um burro, depois um tiro veio em minha direção em todos aqueles problemas que foram jogados no lixo voltaram de forma inquieta, mas sabe o problema? Esse furacão que passou diante de mim, de nós, seus beijos macios, sua pele maravilhosa, seus cabelos 2B lindíssimo em meu rosto e tua mão em meu peito, me dera a calma necessária. IDIOTA. Você acreditou em tudo nisso, tudo tem significado, era mentira, ilusão, foi isso que ela falou a você, menti tudo, mas anseio a tua volta e Quando você passar por mi E me olhar com indiferença Deixar cair o seu lencinho perfumado Para que eu ...

Vidas vividas por Fausto Modigliani (Conto III)

                              soy un sueño que nada sueña      Escrevo esse texto me esvaindo de merda, não apenas pelo cu, mas sim pela minha mente, que infortúnio foi a semana, apenas Zappa e ela que me alegrou, o resto fora desespero, advogados malucos, orientadores masoks e outras perseguidoras. Não apenas isto, mas o peso da vida veio nessa metade do ano, antes me vira virtuoso, forte, intelectual, hoje, apenas encontro um louco escrevendo esse texto na cama.       soy un sueño que nada sueña     Todo e qualquer sonho acaba diante de ser exprimido por pessoas vazias e viver numa cidade vazia, caros leitores, não achem que sou um ser de respeito, na final, nunca serei, mas cada dia vejo que as pessoas estão mais semelhantes aos animais, da terra e das pedras, por quê? Não sei a exp...

Vidas vividas por Fausto Modigliani (conto II)

  Cuspiu em minha cara, cuspe? Não, foi comida, tal comida que fiquei preparando por um tempo lá embaixo, ela lá encima, incomunicável, fazia três dias que não tomava banho, mal comia, mal tomava água, apenas dizia: Não quero você perto de mim. Eu? Um bosta qualquer que naquele momento era chamado de namorado, pela família um namorado ideal, por ela também, Joana, no qual toda semana tava lá eu cuidando de sua mente, trabalhando com seres medíocres, soberbos que se achavam os sub deuses do direito e uma agradável desembargadora e estudando igual um condenado que em minha mente nós íamos casar e eu em minha maior obrigação: Sustentar os seus desejos consumistas, plásticas etc. Voltando a cena, cuspiu um filé mignon com batatas em minha cara ao dizer: - Não me amas? Não vê a situação que estou, a forma que estou aqui, horrível e tu queres que eu esteja bem, queres? Eu? Silêncio mortal, apenas ouvia um delírio a todo momento, uma gritaria, um pensamento que parecia uma garot...

Vidas vividas por Fausto Modigliani

Aniquilação total, defino esse dia como aniquilação, todos foram engolidos mortos pelo ritual dionisíaco. Mulheres. Cachaça. No final uma carreira de cocaína e um trinta e oito na cintura. Caos total. Sexta-feira, satanás em seu estado puro veio até mim e disse: remember ? Eu, fausto, fracassado em tudo, disse quero você, necessário a minha ascensão a tua volta em minha vida, cultuar. Não chegam mais em carruagem de fogo, mas sim de nissan kicks azul e desce com uma roupa azul bebê e um short mostrando a bunda para todos, falava besteiras, cheiro de cigarro, da pior qualidade, pois parou em qualquer banca e comprou, odeio esse tipo de fumante, fume um bom cigarro, malboro gold, duhill, apenas, o resto é coisa de criança ou viciado. Não me amas mais? Foi isso que ouvi quando ela adentrou no meu quarto, não me deu um beijo de amor, eu disse que era apenas um ritual profissional, nada demais, nunca volto ao demônio com ânsia, mas volto com medo de ter essa ânsia, foi dentro dos confo...

Visões IV

Quem pagará o enterro e as flores Se eu me morrer de amores? Quem estará comigo?  Quem será meu amor? Que idiota sou, dessa forma, clamando tua presença Teu cheiro, teu sorriso, teus olhos…  Fica comigo Se você for embora eu vou virar mendigo Eu não sirvo pra nada Não vou ser teu amigo Fique Fica comigo Não consigo pensar raciocinar, dialogar com outros Pareço um idoso francês atrás de uma espanhola de 18 anos Esse nervoso é que me mata Essa ausência, essa falta de você é que destrói É uma neurose Esse nervoso, essa vontade de partir, até você, destruir todas coisas que fiz, criei e construir o novo Parece até que nem sou eu que tô aqui Esse nervoso é uma porcaria Eu não queria nem nascer se não nascesse pra você Não queria nem pedir pra você ficar, pra num partir Esse nervoso é assim, um desbunde total Nem me faz bem, nem me faz mal Como podes? Achei que venci na vida Achei que já tinha sido campeão de algo, mas não Fui derrotado pelo amor, ansiedade de vê-la Como podes? O qu...

Visões III

  T odo poeta é marginal desde que foi expulso da república de Platão. Poesia é para poucos, não para aquele passivo, idiota que entendeu que saiu da própria caverna pós ter dado o cu Poesia é para os nadas Os que importam com nada Por que se importa com prosa?  Pois ela sempre está em alta e sempre escrevem mal prosa A poesia tem seu privilégio Como não há mercado pra ela Ela sempre tá em alta, Ninguém deixa ela crise Camaradas, poetas nascem com o dom O resto tristemente é trabalho, um grandes esforço, Pra quê? Pra nada, já disse na estrofe passada Os que escutam esse poema, por favor caros Orem a deus, para não designar os futuros filhos de vocês A serem este que sou Vivo, escrevo por noites A esperança que tenho é por causa da escrita E a escrita só será trazida pela vida vivida Parem de estudar padrões literários  Nada serve pra nada Viver é muito perigoso Então vivemos logo o que deve ser vivido A discórdia, o Kaos, o Inferno  Tudo isso, em prol de uma grande i...